quarta-feira, 20 de setembro de 2017

Clarissa volta à França



Depois de ficar de fora da temporada da WNBA, da Copa América e ter seu contrato encerrado com o Sopron, a pivô Clarissa vai voltar mesmo para a França, país onde jogou a temporada passada pelo Bourges.

Dessa vez o destino é o Flammes Carolo Basket Ardennes, vice-campeão da temporada passada.

Além de Clarissa, o time fechou também com americana Renee Montgomery.

domingo, 17 de setembro de 2017

Basquete Venceslau perde jogo-treino, mas Flávio Prado elogia sistema defensivo

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Catanduva estréia hoje no Paulista

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São José Basquete Feminino vence em casa depois de derrota na estreia

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Paulista Feminino: Campeão Santo André estreia com vitória sobre São José



Na partida de abertura do primeiro turno da fase de classificação do Campeonato Paulista da Divisão Especial Feminina de 2017, o Santo André/APABA, atual campeão estadual, começou com vitória. Jogando no ginásio municipal Pedro Dell Antonia, em Santo André, o time dirigido pelo jovem técnico Bruno Guidorizzi derrotou o São José por 87 a 56 (40 a 28 no primeiro tempo).

O grande destaque da equipe do ABC foi a cubana Ariadna Felipe. Ela marcou 29 pontos e apanhou 10 rebotes. Jaqueline Silvestre (18 pontos, sete rebotes e uma assistência) e Silvinha Rocha (15 pontos, sete assistências e seis rebotes), foram outras jogadores que melhor pontuou.

Por São José dos Campos, dirigido pelo técnico Carlos Lima, da Seleção Brasileira que disputou a AmericaCup, Fabiana Souza (12 pontos, 12 rebotes e uma assistência), mais Vitória Marcelino (11 ponto, seis rebotes e uma assistência) e Patrícia Ribeiro (11 pontos, três assistências e um rebote), foram os principais destaques.

O técnico Guidorizzi, gostou da apresentação da equipe, em especial os dois primeiros períodos. “A equipe entrou forte defensivamente e conseguiu construir logo no começo o resultado. Levamos poucos pontos e o time manteve a intensidade nos outros períodos. As meninas que tinham que assumir o jogo, casos da Ariadna, Jaqueline e Silvinha,  foram aplicadas e ajudaram muito na vitória. É só um começo, onde conseguimos dar o primeiro passo, mas mostramos que estamos no caminho certo”, analisou o treinador de Santo André.

O Campeonato Paulista da Divisão Especial Feminina, temporada 2017, contará com cinco equipes. Além de Santo André e São José, que fazem o jogo de abertura, participam também o Poty/Bax Catanduva, Thop Therm/Unimed/Grupo Leonardi/Sicredi/Venceslau e São Bernardo/Instituto Brazolin.

Depois da estreia com derrota, na sexta-feira (15), às 20 horas, o São José recebe o São Bernardo/Instituto Brazolin, em partida marcada para o ginásio Municipal Cidade Jardim (rua Itambé, 71 – bairro Cidade Jardim – São José dos Campos).

REGULAMENTO

O regulamento do Campeonato Paulista da Divisão Especial Feminina, tem na fase inicial, com as cinco equipes jogando entre si, em turno e returno, classificando para as semifinais os quatro primeiros colocados, fazendo um playoff de melhor de três partidas até sair o campeão na série final.

PRIMEIRA RODADA

Santo André/APABA 87 x 56 São José

Sexta-feira (15)

20 horas, em São José dos Campos – São José x São Bernardo/Instituto Brazolin

Domingo (17)

 17 horas, em Catanduva – Poty Bax Catanduva x Santo André/APABA

Terça-feira (19)

20 horas, em Presidente Venceslau – Thop Therm/Unimed/Grupo Leonardi/Sicredi/Venceslau x São José Basketball


Fonte: FPB

LBF participa em Brasília de audiência pública sobre a modalidade

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Sangalli estreiou em seu novo clube

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LBF visita Mixto Basquete, equipe candidata à LBF CAIXA 2018

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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Joice Coelho também estará na Espanha na temporada 2017/8

Em texto emocionante no Pick and Roll Brasil, a ala Joice Coelho é mais uma que confirma acerto com clube espanhol para a atual temporada.

Não consegui confirmar exatamente qual seria o clube, já que a cidade mencionada pela atleta (Santander) não conta com equipes na Primeira ou Segunda Divisão. Talvez trate-se de equipe inferior, que disputa torneios regionais, como a de Maira Horford na temporada passada.

Confira o texto: 

"Bom, nasci no Morro da Coroa na cidade do Rio de Janeiro e me mudei para Cachoeiras de Macacu quando tinha 5 anos de idade. O grande motivo da minha mudança foi o assassinato do meu pai por bandidos sem nenhuma explicação. Foi uma fase muito difícil pra nós em especial para minha mãe que ficou com a missão de criar três filhos sozinha.
Eu não era muito fã de basquete e por incentivo de um professor de educação física eu decidi começar e rapidamente me apaixonei pelo jogo. Podia chover, fazer sol, não ter o que comer, ter que andar bastante para chegar aos treinos, não importava a dificuldade, pois sempre estava lá.
Com os treinamentos e a minha evolução fui convocada para a Seleção Carioca e atuando por um torneio em São Paulo o técnico da cidade de Barretos me fez um convite. Daí pra frente joguei em Barretos, Jundiaí, Guarulhos, Maranhão, Ourinhos e depois Seleção Brasileira. Nesse momento estou indo para a Espanha, mais exatamente para a Cidade de Santander e estou muito feliz que Deus está abrindo as portas para mim.
O meu grande sonho era poder da uma casa para minha mãe e melhorar a vida dela, mas infelizmente ela veio a falecer em fevereiro desse ano. Ainda está difícil pra mim acreditar que isso aconteceu, não sei explicar como me sinto, apenas não acredito que isso é verdade. Toda vez que vou pra casa tenho a esperança de que irei encontrá-la.
Enfim, eu amo jogar basquete e quero muito jogar na WNBA e também em outros países. Eu posso mostrar não ter preocupações com o que aconteceu mas, ainda sinto muito a perda da minha mãe. Por isso todos os dias eu peço a Deus para me colocar na mesma direção dos sonhos que eu tinha e tenho.
Continuo treinando muito e me mantendo em forma e preparada pro que der e vier e tenho certeza que essa minha ida para a Espanha será maravilhosa.
Estou muito animada para jogar e conhecer a minha nova equipe."

domingo, 10 de setembro de 2017

Tatiane Pacheco fecha contrato com equipe espanhola



A ala Tatiane Pacheco é mais uma brasileira confirmada na próxima temporada espanhola.

Tati viajou nesse fim de semana para se apresentar ao Estudiantes, clube que volta à Primeira Divisão nessa temporada.

Ela se apresentou à equipe junto de outra conhecida do torcedor brasileiro: a ala Brandie Baker (ex-Americana).

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Câmara dos Deputados debate futuro do basquete

Debater a atual situação da Confederação Brasileira de Basquete e o futuro da modalidade. Esse é o intuito do convite feito pela Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados ao coordenador de Esporte do grupo Ser Educacional, Hermógenes Brasil, para participar de uma mesa-redonda na casa legislativa, em Brasília, no próximo dia 12 de setembro.
Além do coordenador de Esporte do Ser Educacional, foram convidados o ministro do Esporte, Leonardo Picciani; o presidente da Confederação Brasileira de Basquete, Guy Peixoto; e representantes das ligas nacionais da modalidade. Ainda foram chamados ex-atletas olímpicos como Hortência e Oscar Schmidt, além de especialistas e estudiosos do meio acadêmico.
A mesa-redonda ocorre após a solicitação do deputado federal Arnaldo Jordy (PPS-PA), que aponta os bons resultados da modalidade na história esportiva do País como inspiração para melhorias no cenário nacional. “Cabe a esta Comissão do Esporte examinar essa situação e debater formas de melhoria na gestão de recursos e na governança das entidades dirigentes do basquetebol brasileiro”, argumenta no requerimento.
Segundo Hermógenes, o basquete feminino passa por uma transformação no Brasil, com mudanças na Liga de Basquete Feminino (LBF) para criar uma competição mais atrativa e participativa para os clubes, público e mídia. “Nossas atletas mais jovens estão buscando seu espaço para que a nossa seleção volte a ter seus tempos de glória no basquete mundial. Será um período difícil, de transformação e muito trabalho para quem faz o basquete feminino”, destaca.
Com início da participação em 2016, a UNINASSAU Basquete já tem na estante de troféus a conquista do Campeonato Pernambucano de Basquete e ainda o vice-campeonato da LBF na temporada 2016/2017. Além disso, as equipes universitárias já são tetracampeãs dos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) e tricampeãs da Liga do Desporto Universitário (LDU).

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Paulista Feminino de Basquete tem início na próxima semana

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Damiris na Coréia?

A pivô Damiris Dantas encerrou recentemente sua participação na WNBA, jogando pelo Atlanta Dream (que não se classificou para os playoffs).

E ao que tudo indica, a pivô brasileira continuará jogando no exterior no restante da temporada.

De acordo com o site Women Basketball 247, Damiris foi selecionada pela equipe do KB Stars de Seul, capital da Coréia do Sul, para a disputa da liga coreana na temporada que começa em oututro de 2017 e termina em março de 2017.

A liga coreana tem a participação de seis equipes e Damiris terá como companheira de equipe a veterana ala americana Monique Currie, que joga atualmente no Phoenix Mercury.

Até agora, sete jogadoras brasileiras jogarão no exterior: Érika (Avenida/ESP), Nádia (Girona/ESP), Ramona (Valência/ESP), Izabella Sangalli (Mar Gijón/ESP), Raphaella Monteiro e Letícia Rodrigues (União Sportiva/POR), Damiris Dantas (KB Stars/COR) e Clarissa dos Santos (lesionada e com contrato suspenso na Hungria).

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Clarissa vai, mas não fica na Hungria


A brasileira Clarissa chegou à Hungria no último dia 28, para se apresentar ao novo clube.

Quatro dias depois, veio a decisão.

Segundo o site da equipe, a avaliação médica  constatou que Clarissa não estaria em condições de jogar ainda.

Por essa razão, o contrato da pivô foi suspenso e o clube já procura por uma substituta.

domingo, 3 de setembro de 2017

Estreia do novo time "Basquete Campinas" fica para 2018


A transição do time de basquete feminino de Americana para Campinas levará mais tempo que o esperado. A FPB (Federação Paulista de Basquetebol) confirmou nesta semana que a próxima edição do Campeonato Paulista da Divisão Especial, com início para a segunda quinzena deste mês, só terá cinco participantes: Santo André, Catanduva, São Bernardo, São José e Presidente Venceslau. A equipe de Campinas ainda não oficializou sua mudança à nova cidade, embora os gestores Antonio Carlos Vendramini e Karla Costa já tenham articulado a transferência com o secretário de Esportes, Dário Saadi.

Com isso, a estreia do novo time, que nos tempos em que representou Americana foi tetracampeão da LBF (Liga de Basquete Feminino), será somente em janeiro de 2018, com o início da próxima temporada da liga nacional. Segundo o presidente da LBF, Ricardo Molina, por ter mudado de cidade e, na prática, ter se tornado uma nova equipe, Campinas não precisará disputar o Estadual deste ano, condição obrigatória para os participantes da liga. “Existe uma determinação da CBB (Confederação Brasileira de Basquete) que as equipes já existentes devem disputar os campeonatos estaduais. No caso de surgimento de novas equipes durante este segundo semestre que demonstrem capacidade técnica e financeira para participar da LBF, as mesmas devem ser autorizadas, desde que assumam o compromisso de disputar o campeonato estadual em 2018”, explicou.

Em 2018, a LBF deve ter a maior edição de sua história. Até o momento, 22 equipes já demonstraram interesse em disputar a competição, mais que o triplo do total de participantes da temporada 2016/2017, que teve apenas seis clubes. As equipes terão até 30 de outubro para enviar a ficha de inscrição ao Departamento Técnico da LBF e confirmar participação no campeonato. O evento de lançamento da temporada 2018 será em 12 de dezembro e o início da competição está marcado para 8 de janeiro.

Fonte: O Liberal

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

As eternas indefinições que precedem o início do Campeonato Paulista

Não muda muito.

Todo ano é a mesma coisa.

Quando começa o Campeonato Paulista? Agosto.

Agosto chega. Agosto passa.

Quando começa o Campeonato Paulista? Setembro.

Setembro chega amanhã e por enquanto ainda não há uma definição.

Enquanto nada se define, o número de equipes vai minguando.

Se há pouco se falava em sete equipes, matéria de hoje do GloboEsporte já reduz o número para cinco.

Esse último cálculo não inclui nem Santos, nem Campinas.

Lembrando que a LBF estabeleceu como regra que as equipes disputem seus torneios estaduais para jogar a Liga.

Para aumentar a confusão, a mesma matéria diz que São José treina sem saber quando estreia na competição.

Ontem, uma matéria da LBF sobre o retorno de Tainá anunciava a estreia de Santo André no dia 13 de setembro justamente contra São José.

Organização e planejamento é isso. 

Jundiaí: Encontro atrai novas atletas para a base

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quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Izabella Sangalli reforça equipe estreante na Segunda Divisão Espanhola



Depois de ser cestinha da Liga Argentina, a ala Izabella Sangalli seguirá no exterior na próxima temporada.

O destino da vez é a Espanha, onde Izabella vai defender o Club Deportivo Basket Mar Gijón, que estreia na Segunda Divisão Espanhola.

O elenco é modesto e tem ainda uma americana em sua primeira experiência profissional (Riley Nordgaard), uma pivô nigeriana (Deborah Ayela) e a local Claudia Calvelo.


Carlos Lima lamenta pouco tempo para treinar Seleção e torce por continuidade

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Nigéria é campeã africana


A seleção nigeriana sagrou-se campeã do Afrobasket Feminino, que aconteceu em Bamako, capital do Mali,

Na final, as nigerianas venceram o Senegal (campeão em 2015) por 65 a 48.

A seleção do Mali, anfitriã do torneio, ficou na terceira colocação após vencer Moçambique por 75 a 52.

As seleções finalistas se classificaram para o Mundial da Espanha em 2018.

Com o término do torneio africano, estão definidas as 16 seleções que participarão do Mundial da Espanha:

Europa: Espanha, França, Bélgica, Grécia, Letônia e Turquia.
Américas: EUA, Canadá, Argentina e Porto Rico.
Ásia: Japão, Austrália, China e Coréia do Sul.
África: Nigéria e Senegal.

O preço da crise: basquete brasileiro coleciona vexames em 2017

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sábado, 26 de agosto de 2017

Barbosa, Carlinhos e jogadoras devem dividir a culpa do fracasso com Nunes, Grego e Guy Peixoto

Na semana passada o presidente da CBB, Guy Peixoto, se posicionou sobre a fracassada campanha da seleção feminina na Copa América, a classificatória para o Mundial de 2018.

Guy colocou o tropeço na conta das administrações passadas, dos senhores Carlos Nunes e Gerazime Bozikis.

Realmente não dá pra discordar.

Mas a mesma incompetência que caracterizou tais gestões também já deu as caras na condução dessa primeira competição sobre a "nova administração". Assim acho justo que outros envolvidos dividam a fatura com os célebres ex-presidentes.

Antônio Carlos Barbosa, o diretor


É no mínimo estranho que justamente a peça mais presente nas administrações agora culpadas pela derrocada do basquete feminino seja o escolhido para "resolver a situação".

O ex-treinador  não apresenta credenciais para implementar as mudanças que a modalidade carece, justamente porque seu "sucesso" sempre esteve mais alinhado ao seu perfil político e conciliador.

Quando o estrangulamento da modalidade pede por uma forma nova de pensar e agir, o presidente Guy Peixoto escolhe como comandante o que há de mais arcaico nela. É desanimador.

É ainda complicado porque esse histórico faz do Sr. Barbosa uma força de potencial interferência sobre a comissão técnica. Quando o vi ali sentado no banco, pensei: "não vai dar". Pode ter sido apena o feng shui da organização do banco. Mas não, não deu.

Sabemos que a situação não tá fácil pra ninguém. Entendo as complicadas e limitadas finanças da Confederação. Não, não sei se Barbosa tem salário ou é apenas um "voluntário do bem". Mas eu não consigo lidar de maneira confortável com a notícia de que no meio do furacão o diretor conseguiu um "bico" no banco da seleção de Camarões. Provavelmente a reunião com Alessandra vai ficar para um outro momento.

Da boca do novo amigo de Barbosa, o técnico da seleção camaronesa Jean Claude Ntep veio uma definição precisa: "Ele é uma enciclopédia do basquete!".

Talvez seja ótimo mesmo. Principalmente para quem ainda estuda na Barsa.

Carlos Lima, o técnico



É difícil analisar a participação de Carlos Lima nessa empreitada.

O treinador aceitou uma missão em cima da hora, com jogadoras fora de atividade e sabia que tinha chances altas de fracassar. Uma disputa de vagas contra Canadá, Cuba e Argentina dentro de casa não era nada animadora para a atual seleção.

O sorteio de grupos e a má fase de Cuba até tentaram ajudar o novo comandante, mas não deu para vencer Porto Rico apenas com a sorte.

O que dá pra dizer é que Lima tentou um esquema de jogo que não se adequou ao material humano que ele tinha em mãos.

Embora parecesse até interessante a movimentação de ataque com trocas de passes rápidos no perímetro, seu time titular tinha duas laterais (Patty e Tati), que não vinham bem de pontaria nas últimas apresentações em clubes e na própria seleção e que não se apresentam para o jogo interno.  Mesmo com resultado ruim, ele insistiu com a dupla, talvez por já ter trabalhado antes com ambas.

A dupla de pivôs titulares (Gil e Kelly) também não favorecia. Como as duas sobrevivem do jogo embaixo da cesta, ficou fácil para os adversários matar o jogo.

Completando o time titular (e a confusão), Carlinhos esteve embananado e indeciso entre os vícios e virtudes de Joice e Babi.

Um prenúncio do fracasso surgiu nos amistosos contra a seleção angolana. O mesmo time que deu trabalho à seleção brasileira venceu por 2 pontos o time juvenil do Bradesco (Osasco) e foi superado por vinte pontos por uma desfalcada equipe de Santo André.

Com esquema tático pobre e orientações vagas, Carlos Lima deixa uma má impressão na execução de uma tarefa para a qual parecem ter faltado experiência, competência e liberdade.

As jogadoras



Apesar do ambiente interno caótico do basquete feminino, já passou da hora de as jogadoras também vestirem a carapuça.

Temos uma geração de atletas que alcançou a façanha de apresentar um basquete medonho com sete técnicos diferentes.

É inadmissível que para elas esteja "tudo bem" e que o resultado tenha sido "normal", quando estamos falando da derrota de um time que tem atletas profissionais (o Brasil) contra outros nos quais a maioria é amadora (Ilhas Virgens e Argentina, para citar apenas dois exemplos).

As armadoras Babi e Joice, embora façam uma dupla no clube, em que a lentidão de uma se ampara na velocidade da outra e a visão de jogo de uma alimenta a ousadia da outra, não tem se apresentado bem em oportunidades prévias na seleção e andam algo acomodadas na LBF. Ambas comandaram mal o time e arremessam muito mal. Não dá pra continuar se sustentando apenas da visão de jogo (Babi) e da vontade (Joice). O basquete - especialmente em uma seleção brasileira - é mais que isso.

A caçula Izabela Nicoletti é cercada por uma expectativa enorme. De longe a impressão é que ela tem carregado essa cobrança para a quadra e se apresentado muito tensa. Tão tensa que após participar de 2 Copas Américas Adultas, Nicoletti soma 1 ponto.

Nas alas, é gritante a involução da dupla titular na maioria dos jogos. Tatiane passou 12,2 pontos em média na Copa América 2013 para 5 nessa. Patrícia de 7.3 para 3,4.

Na reserva, se esperava um pouco mais de Ramona após sua primeira temporada na Espanha, em que pese o fato de ela estar voltando de contusão. Ainda é uma jogadora que erra bastante.

Sobre a veterana Jaqueline já foram tantas as oportunidades e o rendimento sempre tão baixo, que é de se estranhar a insistência.

A jovem Raphaella Monteiro (outro presente do incansável Guilherme Vos ao ingrato basquete) foi das poucas que se salvaram das trevas. Lamenta-se apenas que o treinador tenha demorado algumas rodadas para perceber isso e que a tenha usado na posição 4, repetindo um equívoco do ex-clube da ala.

Entre as pivôs, a veterana Gil foi  ao lado da jovem Letícia o a metade mais agradável do garrafão.

Êga, aos quase 40 anos, é uma atleta que faz um esforço muito grande na atual conjuntura para se manter no mercado e para jogar uma competição nível LBF. Considerar que isso a credencia a estar na seleção é um equívoco sem tamanho.

Por fim, a falta de rumos e formas do basquete de Kelly é evidente pelo menos na última uma década. Estranhamente é outra que continua. Se a fraca performance dentro de quadra já não é novidade, choca a ausência de auto-crítica. Após a derrota no jogo do bronze, a pivô acreditou que o fato de ter sido cestinha contra as porto-riquenhas lhe dava salvo conduto e se apressou em despejar nas redes sociais expressões como "os críticos que me engulam" e "fiz a minha parte".

Só faltou engrossar o coro de Guy, acrescentando um "A Culpa é do Nunes!".

Do lado de cá, talvez seja melhor encerrar o assunto (ou a modalidade?), inocentar todo mundo e botar a culpa em Magic Paula Hortência, Janeth, Marta, Vânia Hernandes, Alessandra, Maria Helena Cardoso, Heleninha e tantas outras... Elas nos acostumaram muito mal.

1º Meeting LBF CAIXA 2018 + Na cesta do Bala!

Projeto Petrolina

Petrolina

Questionado sobre a expectativa do estado ter mais um representante do basquete, o vice-presidente da Liga de Basquete Feminino, Valter Ferreira, comentou sobre como surgiu essa ideia. “Mês passado, visitei o Sesc de Petrolina e fiquei encantado com a estrutura que atende  as necessidades do basquete. Então pensei em movimentar a criação de time para representar o sertão nordestino. Por isso, coloquei na lista da reunião como ‘equipe interessada’. Vou conversar com o presidente do Sesc lá, apresentar esse projeto para tentar a criação desse time e colocar ele na Liga. Mas não temos nada definido”, explicou Valter Ferreira, vice-presidente da LBF.

Basquete tipo exportação: da Satc para a terra dos gringos

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